• Mundial Sub-21 masculino Brasil vence a China e garante liderança do grupo D

    Na segunda rodada do campeonato Mundial Sub-21 masculino, na República Tcheca, a seleção brasileira repetiu o bom desempenho e manteve a invencibilidade na competição. Na tarde deste sábado (24.06), o Brasil venceu a China por 3 sets a 0 (25/16, 25/21 e 25/16), em 1h11 de jogo na Budvar Arena, em Cescke Budejovice. O bom resultado manteve a equipe verde e amarela na liderança do grupo D, e garantiu a classificação à próxima fase. O jogo contra a China, cabeça de chave e atual bronze mundial na categoria, era, na teoria, o mais complicado neste início de campeonato. No entanto o saque brasileiro fez a diferença no duelo contra os chineses, foram oito pontos do Brasil neste fundamento, contra apenas dois dos adversários. O ponteiro Victor Barigui foi a figura principal da partida, anotando 21 pontos. O oposto Roque, com 15, também se destacou. “Nesse jogo de hoje fizemos uma estratégia de usar mais o saque flutuado para dificultar a ação do ataque chinês, e essa era a nossa prioridade hoje”, explicou o treinador da equipe do Brasil, Nery Tambeiro. O técnico contou que cada partida é encarada como a mais importante do campeonato. A estratégia é não deixar os jovens atletas perderem o foco na competição. “Para nós, o jogo mais difícil é sempre o próximo. Amanhã o jogo contra o Japão também será complicado. Nossa linha de pensamento é essa, cada jogo seguinte é o mais difícil. Com isso a gente não perde o foco, estamos sempre ligados no que fazer. Sem dúvida foi uma vitória muito importante que nos deixa em primeiro do grupo. Contra os japoneses temos que continuar a concentração, com os pés no chão, pois sabemos que é a fase de classificação ainda. E depois, na fase seguinte, vamos continuar o nosso crescimento”, disse Nery. O Brasil entrou em quadra com o levantador Matheus Brasília, o oposto Roque, os centrais Gabriel Bertolini e Daniel Mascarenhas, os ponteiros Birigui e Alexandre Elias, e o líbero Maique. Entraram Luís Rodrigues, Davy e Barreto. O próximo compromisso será contra o Japão, às 10h (hora de Brasília), deste domingo (25.06). O Mundial Sub-21 masculino tem a participação de 16 equipes divididas em quatro grupos (A, B, C e D) com quatro seleções, que jogarão entre si. Os dois melhores de cada grupo passam para a fase seguinte, que reunirá os oito times restantes e dois grupos de quatro (E e F), com nova sequência de jogos entre os componentes de cada grupo. As semifinais serão entre os dois melhores de cada chave. O evento acontece entre 23 de junho e dois de julho nas cidades de Brno e Ceske Budejovice, na República Tcheca. Criado em 1977, o Mundial Sub-21 masculino de voleibol chega à décima nona edição. A Rússia é a recordista de títulos com dez ouros (incluídas as conquistas da era da União Soviética). O Brasil tem 13 medalhas e é o segundo maior vencedor (quatro ouros, seis pratas e três bronzes).   MUNDIAL SUB-21 MASCULINO 2017 Grupo A – República Tcheca, Polônia, Marrocos e Canadá Grupo B – Rússia, Cuba, Turquia e Estados Unidos Grupo C – Argentina, Itália, Ucrânia e Irã Grupo D – BRASIL, Egito, China e Japão TABELA 23.06 (SEXTA-FEIRA) BRASIL 3x0 Egito (25/20, 25/18 e 25/18) 24.06 (SÁBADO) BRASIL 3x0 China (25/16, 25/21 e 25/16) 25.06 (DOMINGO) BRASIL x Japão – às 10h (horário de Brasília) HISTÓRICO DO BRASIL NOS MUNDIAIS SUB-21 MASCULINOS 13 MEDALHAS (4 ouros/6 pratas/3 bronzes) 1977 (Brasil) – Bronze 1981 (EUA) – Prata 1989 (Grécia) – Bronze 1993 (Argentina) – Ouro 1995 (Malásia) – Prata 1997 (Malásia) – Prata 1999 (Tailândia) – Bronze 2001 (Polônia) – Ouro 2003 (Irã) – Prata 2005 (Índia) – Prata 2007 (Marrocos) – Ouro 2009 (Índia) – Ouro 2013 (Turquia) – Prata O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
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  • Em Nantong Juliana e Carol Horta ficam nas quartas na China

    Uma semana depois do triunfo no torneio em Mônaco, Juliana e Carol Horta (CE) voltaram a entrar em ação em uma etapa do Circuito Mundial. Na madrugada deste sábado (24.06) elas fizeram duas partidas na etapa de Nantong (CHN), evento de duas estrelas da temporada 2017. A dupla, única representante do Brasil na competição, acabou ficando nas quartas de final. Na primeira partida do dia Juliana e Carol Horta (CE) bateram as representantes da Lituânia Andriukaityte/Zobnina por 2 sets a 0 (21/15 e 21/11). No confronto seguinte, nas quartas, elas foram superadas pela parceria russa Abalakina/Dhabiza no tiebreak (16/21, 21/17 e 12/15). A competição na cidade chinesa é apenas para o naipe feminino e contou com 24 duplas. A premiação total é de 50 mil dólares, e 400 pontos para a dupla campeã. BRASIL NO CIRCUITO MUNDIAL 2017 Etapa Fort Lauderdale (EUA) - 5 estrelas Álvaro Filho/Saymon - ouro Larissa/Talita - ouro Evandro/André Stein - prata Ágatha/Duda - prata Etapa Xiamen (China) - 3 estrelas Fernanda Berti/Bárbara Seixas - ouro Etapa Rio de Janeiro (Brasil) - 4 estrelas Alison/Bruno Schmidt - ouro Ágatha/Duda - ouro Etapa Moscou (Rússia) - 3 estrelas Larissa/Talita - ouro Ágatha/Duda – bronze Etapa Haia (Holanda) – 3 estrelas Maria Elisa/Carol Solberg – ouro Ágatha/Duda – bronze Etapa Mônaco (Mônaco) – 1 estrela Julian/Carol Horta - ouro O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro   Read More
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  • De fora Evandro é mais um cortado da Fase Final da Liga Mundial por lesão

    Uma trombose no ante-braço direito tirou o oposto da seleção brasileira, Evandro, da Fase Final da Liga Mundial. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (23.06) depois de um exame realizado no Rio de Janeiro (RJ). Sem poder contar com o atacante nos jogos decisivos, o técnico Renan Dal Zotto chamou Renan Buiatti de volta para estar ao lado de Wallace, o outro jogador da posição de oposto na fase que acontecerá de 4 a 8 de julho, no Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR). O fisioterapeuta da seleção, Matheus Cardoso, acompanhou Evandro no exame e explicou melhor sobre o ocorrido. “O Evandro fez um trombo no ante-braço direito que obstruiu parte da artéria ulnar. Não é uma lesão grave, ele foi orientado a manter as atividades físicas, só que sem nenhum impacto na região onde está com a obstrução, tendo, assim, que ficar sem contato nenhum com bola”, disse Matheus. Renan Dal Zotto, que já havia perdido o ponteiro Lipe ontem (22.06) por um estiramento na panturrilha, lamentou mais uma ausência nas importantes partidas que acontecerão na capital paranaense. “É uma fatalidade que lamentamos muito. O Evandro faz uma falta incrível a qualquer equipe e, já na primeira etapa desta Liga Mundial, demonstrou ser um dos melhores opostos do mundo. Mas, vamos contar com o Renan Buiatti para essa Fase Final. Ele teve conosco nas três primeiras etapas, na Itália, na Bulgária e na Argentina, teve a oportunidade de jogar, e está totalmente ambientado e adaptado a seleção brasileira”, afirmou o técnico da seleção brasileira. Evandro também falou sobre o corte. “Estou realmente triste de não estar com a seleção em jogos tão importantes como estes da Fase Final da Liga Mundial, em um ano pós-olímpico. Também fico muito chateado por não poder ajudar o Renan Dal Zotto nesse primeiro campeonato dele. Gosto muito do Renan como treinador e como pessoa e gostaria de estar ali para fazer o meu melhor. Não é nada grave, mas infelizmente nesse próximo mês não posso ter contato nenhum com bola”, concluiu Evandro. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
    Liga Mundial
  • Primeiro passo Brasil estreia com vitória sobre o Egito no Mundial Sub-21

    A seleção brasileira Sub-21 masculina fez boa estreia no Mundial da categoria, que acontece na República Tcheca. Nesta sexta-feira (23.06) os rapazes do Brasil venceram o Egito por 3 sets a 0 (25/20, 25/18 e 25/18), em 1h16, na Budvar Arena, em Ceské Budejovice. O resultado da partida deixo os brasileiros na primeira colocação do grupo D. No outro confronto da rodada a China bateu o Japão por 3x1. Na partida contra a equipe egípcia os destaques brasileiros foram o oposto Roque, que ao marcar 15 vezes foi o maior pontuador do confronto, e o ponteiro Victor Birigui, que anotou 11.  Os erros adversários também foram um fator importante para a vitória brasileira, foram 25 do time do Egito contra 19 do Brasil. O treinador da equipe brasileira, Nery Tambeiro, analisou o primeiro jogo no campeonato: “A estreia é sempre difícil. Mas não importa qual time está do outro lado da rede, é preciso dar o máximo. Tínhamos a expectativa de começar bem na competição e foi o que aconteceu”, contou Nery. O Brasil entrou em quadra com o levantador Matheus Brasília, o oposto Roque, os centrais Gabriel Bertolini e Daniel Mascarenhas, os ponteiros Birigui e Honorato, e o líbero Maique. Entraram Luís Rodrigues, Davy, Barreto, Pablo Natan e Alexandre Elias. O próximo compromisso será contra a China, às 15h (hora de Brasília), deste sábado (24.06). O Mundial Sub-21 masculino tem a participação de 16 equipes divididas em quatro grupos (A, B, C e D) com quatro seleções, que jogarão entre si. Os dois melhores de cada grupo passam para a fase seguinte, que reunirá os oito times restantes e dois grupos de quatro (E e F), com nova sequência de jogos entre os componentes de cada grupo. As semifinais serão entre os dois melhores de cada chave. O evento acontece entre 23 de junho e dois de julho nas cidades de Brno e Ceske Budejovice, na República Tcheca. Criado em 1977, o Mundial Sub-21 masculino de voleibol chega à décima nona edição. A Rússia é a recordista de títulos com dez ouros (incluídas as conquistas da era da União Soviética). O Brasil tem 13 medalhas e é o segundo maior vencedor (quatro ouros, seis pratas e três bronzes).   MUNDIAL SUB-21 MASCULINO 2017 Grupo A – República Tcheca, Polônia, Marrocos e Canadá Grupo B – Rússia, Cuba, Turquia e Estados Unidos Grupo C – Argentina, Itália, Ucrânia e Irã Grupo D – BRASIL, Egito, China e Japão TABELA 23.06 (SEXTA-FEIRA) BRASIL x Egito – às 15h (horário de Brasília) 24.06 (SÁBADO) BRASIL x China – às 15h (horário de Brasília) 25.06 (DOMINGO) BRASIL x Japão – às 10h (horário de Brasília) HISTÓRICO DO BRASIL NOS MUNDIAIS SUB-21 MASCULINOS 13 MEDALHAS (4 ouros/6 pratas/3 bronzes) 1977 (Brasil) – Bronze 1981 (EUA) – Prata 1989 (Grécia) – Bronze 1993 (Argentina) – Ouro 1995 (Malásia) – Prata 1997 (Malásia) – Prata 1999 (Tailândia) – Bronze 2001 (Polônia) – Ouro 2003 (Irã) – Prata 2005 (Índia) – Prata 2007 (Marrocos) – Ouro 2009 (Índia) – Ouro 2013 (Turquia) – Prata O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro Read More
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  • Por lesão Lipe está fora da Fase Final da Liga Mundial

    Diagnosticado com um estiramento na panturrilha esquerda, o ponteiro Lipe está fora da Fase Final da Liga Mundial. O jogador da seleção brasileira masculina de vôlei sentiu ainda na etapa da Argentina, no jogo contra os donos da casa, e, nesta quinta-feira (22.07), recebeu a informação de que não estaria apto a tempo das finais, que serão de 4 a 8 de julho, no Estádio Atlético Paranaense, em Curitiba (PR). Segundo o fisioterapeuta da seleção brasileira, Matheus Cardoso, o tipo de lesão sofrida pelo jogador precisaria de um tempo maior para o tratamento. “O Lipe fez um estiramento na panturrilha, uma lesão de grau 2, e a recuperação não seria concluída a tempo da Fase Final da Liga Mundial”, explicou o fisioterapeuta. O técnico Renan Dal Zotto lamentou. “O Lipe é um cara importantíssimo, não só dentro de quadra, mas pela liderança que exerce sobre a equipe. É um dos pilares da seleção brasileira por ter um espírito que contagia o grupo. É um jogador que não gera só uma perda técnica, pois isso nem é preciso falar. Perdemos uma liderança muito positiva”, disse Dal Zotto. Apesar da lesão, o ponteiro estará em Curitiba, sua cidade-natal, no período da Fase Final. Ele e o treinador fizeram questão. “Ele vai ser nosso décimo quinto jogador, estando, de alguma forma, sempre próximo ao grupo”, confirmou Renan Dal Zotto. Lipe também ficou bastante sentido com o fato. “É doído porque, de uma dor que eu imaginava ser algo muito pequeno e que não iria me privar dessa Liga Mundial, acabou aparecendo uma coisa muito maior que me deixou de fora de mais um sonho. Era uma Liga que, por tudo que passamos nesses últimos anos, achei que estávamos mais preparado, que vai ser em casa, e eu estava muito motivado”, disse o ponteiro da seleção brasileira, que complementou. “É uma lesão, mas a sensação que eu tenho é de deixar o grupo no meio do caminho. É sofrido, mas eu vou estar lá e vou continuar puxando a orelha de todo mundo, como eu faço, porque sei que tenho a confianças dele e, acima de tudo, porque tenho certeza que a nossa seleção tem tudo para ganhar em casa”, concluiu Lipe. O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro Read More
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