Especial. Este é o adjetivo perfeito para classificar o Superpraia na temporada do Circuito Brasileiro. A edição 2017, que acontece em Niterói (RJ), teve as semifinais do torneio feminino definidas nesta sexta-feira (28.04). Três das quatro duplas mais bem ranqueadas avançaram para a fase decisiva. Larissa/Talita (PA/AL), Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) e Ágatha/Duda (PR/SE) entraram em quadra apenas uma vez, pelas quartas de final, e conseguiram manter a invencibilidade na competição. A dupla Maria Elisa e Carol Horta (PE/CE) completam a lista das semifinalistas.

As semifinais estão marcadas para a manhã deste sábado (29.04), a partir das 10h40, com transmissão ao vivo on-line pelo site www.sportv.globo.com. Ágatha/Duda (PR/SE) enfrenta Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE), e na sequência é a vez de Larissa/Talita (PA/AL) entrar em quadra contra Maria Elisa/Carol Horta (PE/CE).

Formada no início de janeiro deste ano, a parceria entre Maria Elisa e Carol Horta (PE/CE) ainda carecia de bons resultados para indicar que as duas seguiam no rumo certo. E o bom desempenho na etapa de Xiamen (CHN) do Circuito Mundial, quando chegaram na quarta posição no último domingo (23.04), foi o divisor de águas. No Superpraia, elas alcançaram a primeira semifinal juntas em um evento nacional. Nesta sexta-feira a dupla venceu Val/Ângela (RJ/DF) na repescagem (2x0 - 21/19 e 21/19), e passou por Taiana/Elize Maia (2x0 – 21/17 e 21/15), e conseguiu a classificação inédita. Emocionada, Maria Elisa confessou que já cogitava encerrar a carreira, mas que a escolha da nova parceira foi um combustível especial para continuar a jogar.

“A palavra é superação. A minha escolha de continuar jogando valeu a pena. A escolha de ter a Carol como parceira valeu a pena. Jogar com quem você admira é muito bom, e ver o potencial dela é muito bom. Em Vitória ficamos em último, e em seguida fomos para a China e conseguimos chegar à semifinal, fomos sem equipe, só nós duas e jogamos do jeito que esperávamos quando formamos o time. Aqui em Niterói apresentamos este mesmo voleibol que nos levou longe na China. Mantivemos uma regularidade que me deixou feliz. Quando você joga com uma jogadora mais nova é isso que tem que passar e buscar, essa regularidade. Estou feliz com tudo que está acontecendo, por saber que ainda estou jogando em alto nível. E vencer um time como esse, do jeito que vencemos, me motiva a jogar por mais dez anos”, contou Maria.

Outra dupla que faz a segunda semifinal seguida é a formada por duas jovens atletas. Ana Patrícia e Rebecca foram vice-campeãs da etapa Open de Vitória (ES), nona e última parada do Circuito Brasileiro 2016/2017. Para conseguirem passar das quartas de final elas precisaram enfrentar as adversárias Juliana e Carol Solberg (CE/RJ), e os percalços de um evento ao ar livre. Com falta de luz natural na quadra dois, a partida foi suspensa na metade do segundo set, e recomeçou na quadra central. No entanto, isso não atrapalhou a mineira e a cearense que venceram por 2x0 (21/15 e 21/17).

“Viemos de algumas etapas ficando em quinto, mas isso faz parte do início de um trabalho. Tínhamos que passar por isso. Em Vitória conseguimos sentir o gostinho de passar para a semifinal, e isso nos motivou. Chegamos aqui com vontade de chegar novamente à semifinal, buscar o pódio. Tivemos que superar algumas adversidades nas quartas de final, mas não nos afetou e conseguimos a vitória. Temos que superar isso e seguir em frente”,  comemorou Rebecca.

Criado na temporada 2013/2014, o Superpraia possui premiação dobrada em relação às demais etapas do Circuito Brasileiro. Os campeões nos dois naipes recebem R$ 79,9 mil e a competição conta com uma festa para eleger os destaques da temporada. Serão oito categorias técnicas, decididas pelos atletas e treinadores (levantamento, recepção, bloqueio, saque, defesa, ataque, atleta que mais evoluiu e melhor jogador) e uma votação popular, que elegerá o ‘craque da galera’.

A temporada do Circuito Brasileiro Open 2016/2017 começou em setembro do ano passado e terminou em Vitória (ES), no início de abril. O tour também passou por Campo Grande (MS), Brasília (DF), Uberlândia (MG), Curitiba (PR), São José (SC), João Pessoa (PB), Maceió (AL) e Aracaju (SE).

Técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto anunciou nesta sexta-feira (28.04) os nomes de mais três convocados para a temporada 2017. O levantador Bruninho, o central Lucão e o ponteiro Douglas Souza, todos do Sesi-SP, foram chamados pelo novo treinador para treinamentos que visam Liga Mundial, Campeonato Sul-Americano e Copa dos Campeões – três compromissos da equipe brasileira neste ano.

Os três jogadores que participaram da conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio se apresentarão em datas diferentes, no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ). O ponteiro Douglas Souza será o primeiro a se apresentar no dia dois de maio. Na sequência, no dia oito, será a vez do levantador Bruninho e do central Lucão. Os três estão fora da Superliga depois que a equipe do Sesi-SP foi eliminada nas semifinais pelo Funvic/Taubaté (SP).

Renan já havia convocado outros dois jogadores para treinamentos, o central Maurício Souza e o líbero Tiago Brendle. Os dois se apresentarão no próximo domingo (30.04), no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ).

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do vôlei brasileiro

A sabedoria popular diz que mais difícil que chegar ao topo é permanecer lá. E é em busca desta regularidade que os campeões olímpicos Alison e Bruno Schmidt (ES/DF) deram início a campanha da dupla no Superpraia 2017, que teve nesta sexta-feira (28.04) o início do torneio masculino. Juntos eles conquistaram as três primeiras edições da competição e, na estreia da quarta venceram os dois jogos que disputaram, garantindo assim classificação direta para as quartas de final.

Vice-campeões no Open de Vitória (ES), nona e última etapa do Circuito Brasileiro Vôlei de Praia 2016/2017, no início de abril, Alison e Bruno chegaram a Niterói como segunda dupla do ranking nacional, mas com o status de serem os únicos campeões do Superpraia, que acontece desde 2014. Depois de vencer a segunda partida do dia, contra Léo Gomes/Ferramenta (RJ), Bruno Schmidt destacou o planejamento feito por eles para chegarem nas melhores condições justamente nesta época.

“A gente leva muito a sério competições como essa. Não me ligo muito no que ficou para trás, foi muito bom, mas o que passou, passou. Nosso planejamento foi feito para chegarmos nesta altura da temporada em boas condições técnicas e físicas, que também casa com o início do Circuito Mundial. Fizemos uma parada no fim do ano passado e foi muito bom para mim, fiquei zerado de contusões e incômodos. Agradeço o apoio das pessoas que vêm até aqui para nos ver jogar, isso nos motiva”, contou o campeão olímpico, que ainda comentou sobre a nova oportunidade de jogar numa arena utilizada na Rio 2016.

“Queremos jogar o Circuito Mundial da melhor maneira possível. Temos um orgulho enorme de representar o nosso país. E a etapa aqui no Rio de Janeiro será especial. A arena é sensacional, é um palco que qualquer atleta gostaria de jogar, tivemos um gostinho de ver como é quando jogamos o Desafio de Gigantes em fevereiro, vai ser muito bacana. E queremos usar o Superpraia para catapultar a gente para lá”, disse Bruno sobre a etapa do Circuito Mundial a ser realizada no Rio de Janeiro (RJ) entre os dias 17 e 21 de maio no Parque Olímpico.

Além dos atuais tricampeões do Superpraia, outras três duplas também mantiveram a invencibilidade e se classificaram de forma direta às quartas de final: Evandro/André (RJ/ES), Thiago/George (SC/PB) e os campeões do Circuito Brasileiro 2016/2017 Álvaro Filho/Saymon (PB/MS). Ao final da partida em que conseguiu o segundo triunfo do dia, Álvaro falou sobre o impacto do título nacional na parceria e a responsabilidade que é manter-se entre os melhores.

“Alison e Bruno são inspirações para mim e para o Saymon. Nós estamos buscando escrever nossa própria história, e temos admiração pelo que eles já fizeram. O nível do vôlei de praia no Brasil está alto e quem ganha com isso é o esporte. A gente trabalha para jogarmos sempre em nossa melhor forma. Eu fico muito feliz por ter sido campeão brasileiro, e me motiva a trabalhar mais. Já percebo que as outras duplas estudam mais ainda na hora de jogar contra o nosso time e isso mostra a nossa evolução”, disse Álvaro.

 

Outros oito times duelam pela repescagem na manhã deste sábado (29.04), a partir das 9h, em busca das quatro vagas restantes nas quartas. Os confrontos serão: Léo Gomes/Ferramenta (RJ) x Márcio Gaudie/Jeremy (RJ), Pedro Rezende/Felipe Cavazin (PB/PR) x Luciano/Harley (ES/DF), Pedro Solberg/Guto (RJ) x Bruno/Fernandão (AM/ES) e Hevaldo/Oscar (CE/RJ) x Jô/Vítor Felipe (PB).

Quatro duplas deram adeus ao torneio já na fase de grupos, por terem perdido dois jogos seguidos. São Léo Vieira/Averaldo (DF/TO), Artur Lanci/Eduardo Davi (PR), Benjamin/Moisés (MS/BA) e Lipe/Gilmário (CE/PB).

Criado na temporada 2013/2014, o Superpraia possui premiação dobrada em relação às demais etapas do Circuito Brasileiro. Os campeões nos dois naipes recebem R$ 79,9 mil e a competição conta com uma festa para eleger os destaques da temporada. Serão oito categorias técnicas, decididas pelos atletas e treinadores (levantamento, recepção, bloqueio, saque, defesa, ataque, atleta que mais evoluiu e melhor jogador) e uma votação popular, que elegerá o ‘craque da galera’.

A temporada do Circuito Brasileiro Open 2016/2017 começou em setembro do ano passado e terminou em Vitória (ES), no início de abril. O tour também passou por Campo Grande (MS), Brasília (DF), Uberlândia (MG), Curitiba (PR), São José (SC), João Pessoa (PB), Maceió (AL) e Aracaju (SE).

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Funvic Taubaté (SP) é o segundo finalista da Superliga masculina de vôlei 2016/2017. A equipe do Vale do Paraíba venceu o Sesi-SP por 3 sets a 1 (25/17, 25/19, 22/25 e 25/22), em 1h56 de jogo, na noite desta quinta-feira (27.04), no ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP), diante de 5.100 pessoas, que lotaram a casa. Com este resultado, o time dirigido pelo técnico Cezar Douglas garantiu a classificação para a final do campeonato, fechando a série melhor de cinco jogos em 3 a 1.

A disputa entre as equipes paulistas foi aberta com vitória do Funvic Taubaté, em casa, por 3 sets a 0. No segundo jogo, em São Caetano, que se tornou a casa do Sesi-SP nesta semifinal pela pequena capacidade do Sesi da Vila Leopoldina, o time taubateano conseguiu outra vitória, mas, desta vez, por 3 a 2. No terceiro duelo, em Taubaté, vitória do Sesi-SP, novamente por 3 sets a 0. E, nesta noite, o Funvic encerrou a série com a vitória por 3 a 1.

O time de Taubaté será o adversário do Sada Cruzeiro na grande decisão do dia 7 de maio, no ginásio do Mineirinho, em Belo Horizonte (MG). A equipe cruzeirense já havia conseguido a classificação depois de passar pelo Vôlei Brasil Kirin (SP) por 3 jogos a 0. Os ingressos para a partida que definirá o campeão estão à venda no site http://www.tudus.com.br/evento/ginasio-mineirinho-superliga-masculina-de-volei.

Nesta noite, o ponteiro Lucarelli foi o mais votado no site do Vôlei Brasil (Confederação Brasileira de Voleibol) e eleito o melhor jogador da partida. Com o destaque na noite, o atacante do Funvic Taubaté foi premiado com o Troféu VivaVôlei e comemorou o resultado.

“A atitude da equipe foi muito boa hoje. Falei no terceiro jogo e a nossa recepção e o nosso saque melhoraram muito, hoje sofremos muito menos na recepção. Tivemos consciência em relação a este ponto e isso ajudou muito. Estou muito feliz, a torcida toda veio de Taubaté e agora espero que possamos apresentar um bom trabalho contra o Sada Cruzeiro”, disse Lucarelli.

Já pensando sobre o adversário da final, o ponteiro do Funvic Taubaté falou sobre o que o seu time precisa fazer no jogo decisivo. “Precisamos entrar praticamente igual foi contra o Sesi-SP. Temos que sacar bem e suportar muito”, comentou Lucarelli, que se disse surpreso com o Troféu VivaVôlei.

“Todos jogaram muito bem hoje. Eu realmente não estava esperando. Wallace, Otávio, Éder, Lóh, todos são merecedores e, se eu pudesse dividiria esse prêmio em 14 pedaços porque todos são muito importantes. Isso é uma equipe e não só os que estão dentro de quadra”, complementou Lucarelli.

O oposto Wallace, maior pontuador da partida, com 17 acertos, já comentou sobre a final. “Ter feito jogos fortes nessa semifinal, e ter tido esse quarto jogo, talvez faça com que o nosso time chegue com um pouco mais de ritmo, mas final é final. A pressão maior é deles, por serem os atuais campeões, mas vamos fazer de tudo para buscar esse título inédito para a cidade”, afirmou Wallace.

Pelo Sesi-SP, o central Riad fez questão de elogiar as duas equipes pelos belos duelos nesta semifinal. “Caímos hoje com gostinho de que poderíamos ter feito mais, principalmente no primeiro jogo, quando fomos muito abaixo do que vínhamos treinando e jogando. Os outros jogos foram equilibrados, o que resume essas duas equipes. Nosso time está de parabéns e o deles também”, concluiu Riad.

O JOGO

O ponteiro Fábio abriu a partida a favor do Sesi-SP. O Funvic Taubaté virou o placar e fez 2/1 no erro do adversário. O time visitante ainda abriu 4/2. No bloqueio de Éder, o grupo do Vale do Paraíba abriu 7/3 e Pacheco pediu tempo. Com mais um ponto de Éder, desta vez de saque, o Taubaté fez 9/4. Com mais um bloqueio, os visitantes marcaram 12/6. Depois de bom levantamento de Rapha, Wallace pontuou e fez 14/8. Rapha, então, foi para o saque e, com ace, marcou 15/8. Pacheco parou o jogo. A diferença passou a ser de oito em 18/10. No ace de Lucão, o Sesi-SP fez 14/20. Com mais um ponto de saque de Raphael, o Funvic Taubaté chegou a 23/16. No final, vitória do time de Taubaté em 25/17.

O Sesi-SP assumiu o comando do marcador em 3/2 com ponto de bloqueio simples de Murilo. No bloqueio individual de Otávio, o Funvic Taubaté fez 6/4. No erro do adversário, o time visitante marcou 8/5. Com ponto de ataque de Douglas, que voltou a jogar depois de lesão no abdômen, o Sesi-SP fez 6/8. A equipe de Cezar Douglas ainda marcou 10/7. Em boa passagem de Bruninho pelo saque e contando com erros do adversário, o Sesi-SP encostou em 11/12 e Cezar Douglas pediu tempo. No bloqueio, o time da Vila Leopoldina deixou tudo igual: 14/14. O Taubaté teve dois de vantagem em 17/15. No bloqueio de Otávio, os visitantes abriram 19/16 e Pacheco pediu tempo. No bloqueio de Fábio, o Sesi-SP encostou em 19/20. A vantagem taubateana foi a 23/19. E, no ace de Rapha, o Funvic Taubaté fechou em 25/19.

Douglas pontuou pela entrada de rede para abrir o placar do terceiro set a favor do Sesi-SP. No ponto de Otávio, o Funvic Taubaté abriu 3/1. O time da Vila Leopoldina chegou ao ponto de empate em 4/4. No ace de Otávio, o time visitante marcou 8/6. No bloqueio de Douglas, o Sesi-SP chegou ao ponto de empate (9/9). O time da capital passou a comandar o marcador em 12/11 e Cezar Douglas pediu tempo. O Sesi-SP abriu dois em 15/13. No bom saque de Lucarello, o Funvic Taubaté voltou a empatar em 17/17. O set ganhou ainda mais emoção na reta final. O time da capital abriu dois em 21/19. Cezar Douglas pediu tempo. Douglas Souza fez 22/20. No final, vitória do Sesi-SP por 25/22.

Embalado pela vitória no set anterior, o Sesi-SP abriu 3/0 no começo do quarto set. Neste momento, Cezar Douglas pediu tempo. A equipe da Vila Leopoldina ainda abriu 5/2. No lance seguinte, no bloqueio de Riad, 6/2. A vantagem do Sesi-SP esteve em três pontos em 10/7. Com Lucas Lóh, o Funvic Taubaté fez 10/13 e com Douglas, o time da capital fez 14/10. O time visitante reduziu a diferença para 13/15 e Pacheco pediu tempo. Na volta da parada, Otávio bloqueou e Taubaté encostou em 14/15. No erro do adversário, a equipe yaubateana empatou em 16/16. Novo empate em 18/18. No bloqueio de Lucas Lóh, 19/18. No ponto de saque de Éder, 21/19. O time de Cezar Douglas seguiu melhor e fechou o set em 25/22.

EQUIPES

SESI-SP – Bruninho, Théo, Riad, Lucão, Fábio e Murilo. Líbero – Segrinho
Entraram – Rafa, Alan, Leitzke, Douglas, Johan
Técnico: Marcos Pacheco

FUNVIC TAUBATÉ – Raphael, Wallace, Otávio, Éder, Lucarelli e Lucas Lóh. Líbero – Mário Jr
Entraram – Gelinski, Renan, Japa, Matheus
Técnico: Cezar Douglas

GALERIA DE FOTOS

http://superliga.cbv.com.br/galeria/1864/sao-caetano-do-sul-sp---27.04.2017---superliga-masculina---sesi-sp-x-funvic-taubate

SUPERLIGA MASCULINA 16/17

Semifinal

Quarta rodada

27.04 (QUINTA-FEIRA) – Sesi-SP 1 x 3 Funvic Taubaté (SP), às 19h30, no Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP) (17/25, 19/25, 25/22 e 22/25)

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Em um dia sem sol, mas com muita emoção, a praia de Icaraí, em Niterói (RJ), foi o palco em que as principais estrelas femininas do vôlei de praia brasileiro entrarão em ação. Nesta quinta-feira (27.04) teve início o Superpraia 2017, evento que encerra a temporada nacional 2016/2017 da modalidade. E, neste primeiro dia de ação, apenas as mulheres entraram em quadra.

As quatro duplas que lideram o ranking do país confirmaram o favoritismo. Larissa/Talita (PA/AL), Ágatha/Duda (PR/SE), Taiana/Elize Maia (CE/ES) e Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE) garantiram classificação direta às quartas de final do torneio, com duas vitórias cada. A cearense Taiana, que conquistou o título da primeira edição do Superpraia em 2014, justamente superando a atual parceira, comemorou o bom desempenho.

“É um grande prazer para mim estar no rol de campeãs deste torneio, uma honra. Nossa dupla começou bem, estamos sempre buscando evoluir nosso conjunto. No primeiro jogo (contra Érica Freitas e Neide) fizemos tudo que havíamos planejado. Já no segundo jogo (contra Val e Ângela) enfrentamos uma dupla mais experiente e soubemos ter a clareza e a tranquilidade para definirmos nos momentos importantes. Agora vamos subindo um degrau de cada vez”, contou Taiana que ainda explicou que o nível da competição em Niterói também serve como preparação para o Circuito Mundial, que já em maio, entre os dias 17 e 21, terá etapa no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro (RJ).

“O Circuito Mundial vai começar realmente agora para a gente. Estamos mais bem preparadas técnica, física e mentalmente, e o Superpraia é um torneio muito difícil. Aqui poderemos mensurar o quanto estamos preparadas e o que precisaremos melhorar. É um preparatório para o Mundial, temos muitas duplas firmes na mesma busca, temos que conquistar um passo de cada vez”, completou a cearense.

Em parceria ainda recente com a bicampeã do Superpraia Ágatha, a jovem Duda aproveita a experiência da companheira para também chegar ao lugar mais alto do pódio.

“É prazeroso jogar com a Ágatha. Ela já venceu duas vezes o Superpraia, espero ajudá-la a vencer pela terceira vez, mas temos duplas muito boas aqui. Estamos trabalhando muito para dar sempre o melhor da gente, especialmente aqui neste torneio que é o mais importante do Circuito Brasileiro. Estudamos bastante as nossas adversárias. Nesta última partida precisei correr muito, pois a Ágatha amortecia no bloqueio e eu ia atrás para não deixar a bola cair”, disse Duda, ainda ofegante após o segundo triunfo do dia.

A repescagem, que acontece no final da manhã desta sexta-feira (28.04), terá os seguintes jogos: Rachel/Izabel (RJ/PA) x Lili/Josi (ES/SC); Juliana/Carol (CE/RJ) x Érica Freitas/Neide (MG/AL); Val/Ângela (RJ/DF) x Maria Elisa/Carol Horta (PE/CE); e Renata/Thati (RJ/PB) x   Tainá/Victória (SE/MS). Antes, às 8h, terá início a disputa do torneio masculino do Superpraia.

Quatro duplas deram adeus ao torneio já na fase de grupos, por terem perdido dois jogos seguidos. São elas Andrezza/Vivian (AM/PA), Semírames/Luiza Amélia (SP/CE), Rafaela/Flávia Moura (PA/RJ) e Fabrine/Carol Won-Held (BA/RJ).

Criado na temporada 2013/2014, o Superpraia possui premiação dobrada em relação às demais etapas do Circuito Brasileiro. Os campeões nos dois naipes recebem R$ 79,9 mil e a competição conta com uma festa para eleger os destaques da temporada. Serão oito categorias técnicas, decididas pelos atletas e treinadores (levantamento, recepção, bloqueio, saque, defesa, ataque, atleta que mais evoluiu e melhor jogador) e uma votação popular, que elegerá o ‘craque da galera’.

A temporada do Circuito Brasileiro Open 2016/2017 começou em setembro do ano passado e terminou em Vitória (ES), no início de abril. O tour também passou por Campo Grande (MS), Brasília (DF), Uberlândia (MG), Curitiba (PR), São José (SC), João Pessoa (PB), Maceió (AL) e Aracaju (SE).

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O Circuito Sul-Americano de Vôlei de Praia 2017 segue a temporada, e a Venezuela é a próxima parada. A partir desta sexta-feira (28.04) duplas de nove países se enfrentam em San Fernando de Apure em busca de medalhas. O Brasil será representado por quatro duplas, duas no torneio masculino e duas no feminino.

Entre os homens Marcus/Allison Francioni (RJ/SC) e Bernat/Vinícius (RJ) estão na mesma chave e estreiam jogando entre si. No feminino as representantes brasileiras serão Amanda Maltez/Fernanda Nunes (RJ) e Hegê/Verena (CE) que também se enfrentam na primeira partida.

O sistema de disputas divide as 16 duplas de cada gênero em quatro grupos de quatro times cada que jogam todos contra todos. Os dois melhores de cada grupo avançam para as quartas de final, que será disputada no sábado (29.04). Domingo (30.04) é a vez das semifinais e finais. Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela terão representantes no torneio.

O Brasil está na liderança do ranking geral em ambos os naipes. No masculino, com 560 pontos, tem 20 a mais que o Chile, segundo colocado. A Argentina está na terceira posição com 480. Entre as mulheres, o primeiro lugar está assegurado também com 560 pontos, com o Paraguai em segundo lugar somando 480 pontos, e o Chile vem em terceiro com 420.

O ranking do Circuito Sul-Americano é feito apenas para os países, contando a pontuação da dupla mais bem colocada das nações em cada uma das paradas. Os campeões de cada torneio somam 200 pontos, o vice, 180, o terceiro colocado, 160, reduzindo 20 pontos em cada posição subsequente.

BRASIL NO CIRCUITO SUL-AMERICANO 2017

1ª Etapa -Coquimbo (CHI)

Ana Patrícia/Rebecca - ouro

Jô/Vitor Felipe - ouro

Tainá/Victoria - prata

Arthur Lanci/George - bronze

2ª Etapa -Ancon (PER)

Lili/Josi - ouro

Oscar/Hevaldo - bronze

3ª Etapa -Rosário (ARG)

Oscar/Hevaldo - ouro

Val/Ângela - bronze

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A praia de Icaraí recebe, já nesta quinta-feira (27.04), as principais duplas do vôlei de praia brasileiro para a disputa do Superpraia 2017. A quarta edição do torneio vai até o domingo (30.04) em Niterói (RJ) aberto ao público com entrada franca. As primeiras a entrar em ação serão as 16 duplas femininas que têm as campeãs do Circuito Brasileiro 16/17, Larissa e Talita (PA/AL), como cabeça de chave número um.

Mas não é só a dupla líder do ranking nacional que chega com destaque ao torneio. Das três edições já realizadas do Superpraia a paranaense Ágatha chegou ao lugar mais alto por duas vezes. Ela, que venceu a competição em 2015 e 2016 ao lado de Bárbara Seixas, tentará a partir desta quinta-feira conquistar mais uma vez o torneio, mas com a nova parceira, a jovem Duda.

“Eu não faço uma relação com os dois anos anteriores com a temporada atual, pois são situações bem diferentes. No outro time já tínhamos três ou quatro anos juntas, agora, com a Duda, estamos ainda no começo. Pelo que apresentamos até agora, eu e a Duda temos condições de irmos muito bem no tornei. Viemos com o mesmo espírito que chegamos em todos os torneios, que é o de lutar pelo lugar mais alto do pódio. Se isso vai se confirmar, aí não temos como garantir, os outros times também se preparam e chegam aqui com esse mesmo objetivo. Dentro de quadra é que vamos ver”, comentou a jogadora.

Além de defender o título, a medalhista olímpica afirma que há outros fatores que fazem do Superpraia uma competição especial. Para Ágatha estar na disputa com as melhores duplas do país é um combustível extra para entrar em quadra.

“Este é o evento mais importante do Circuito Brasileiro, tem a premiação praticamente dobrada, são muitos fatores que dão uma motivação extra. A gente sabe que tem um glamour diferente, com a participação das melhores duplas da temporada, então queremos ir muito bem”, completou a paranaense.

A decisão feminina está programada para a noite do sábado (29.04). Já a competição masculina terá início nesta sexta-feira (28.04) e a final acontece na manhã do domingo (30.04).

No histórico da competição, que é realizada desde 2014, os campeões olímpicos Alison e Bruno Schmidt (ES/DF) dominam entre os homens e ficaram no topo do pódio em todas as edições. No feminino, a primeira edição, em Salvador (BA), em 2014, Taiana e Talita venceram, enquanto nos dois anos seguintes, em Maceió (AL) e João Pessoa (PB), Ágatha e Bárbara foram bicampeãs.

No naipe feminino estão inscritas as duplas Larissa/Talita (PA/AL), Ágatha/Duda (PR/SE), Taiana/Elize Maia (CE/ES), Ana Patrícia/Rebecca (MG/CE), Juliana/Carol Solberg (CE/RJ), Val/Ângela (RJ/DF), Lili/Josi (ES/SC), Tainá/Victoria (SE/MS), Renata/Thati (RJ/PB), Rachel/Izabel (RJ/PA), Semírames/Luiza Amélia (SP/CE), Maria Elisa/Carol Horta (PE/CE), Andrezza/Vivian (AM/PA), Érica Freitas/Neide (MG/AL), Flávia/Rafaela (RJ/PA) e Fabrine/Carol Won-Held (BA/RJ).

Estão inscritos no naipe masculino Álvaro Filho/Saymon (PB/MS), Alison/Bruno Schmidt (ES/DF), Pedro Solberg/Guto (RJ), André/Evandro (ES/RJ), Hevaldo/Oscar (CE/RJ), Thiago/George (SC/PB), Léo Gomes/Ferramenta (RJ), Vitor Felipe/Jô (PB), Pedro/Felipe Cavazin (PB/PR), Benjamin/Moisés (MS/BA), Bruno/Fernandão (AM/ES), Márcio Gaudie/Jeremy (RJ), Averaldo/Léo Vieira (TO/DF), Eduardo Davi/Arthur Lanci (PR), Gilmário/Bernardo Lima (PB/CE) e Luciano/Harley (ES/DF).

O Superpraia possui premiação dobrada em relação às demais etapas do Circuito Brasileiro. Os campeões nos dois naipes recebem R$ 79,9 mil e a competição conta com uma festa para eleger os destaques da temporada. Serão oito categorias técnicas, decididas pelos atletas e treinadores (levantamento, recepção, bloqueio, saque, defesa, ataque, atleta que mais evoluiu e melhor jogador) e uma votação popular, que elegerá o ‘craque da galera’, com votação no site: http://voleidepraia.cbv.com.br/craque-da-galera

SISTEMA DE DISPUTA

O Superpraia será realizado em quatro dias, com apenas disputas femininas no primeiro dia (27.04), com a fase de grupos. Na sexta-feira (28.04), é a vez da estreia masculina e repescagem (Round 1) e quartas de final femininas. No sábado (29.04) serão disputadas a repescagem (Round 1), quartas de final e semifinais masculinas, enquanto entre as mulheres é o dia de semifinais e a decisão por medalhas. O domingo (30.04) sedia as disputas de bronze e a final masculina. As decisões terão transmissão ao vivo do SporTV.

Os primeiros colocados de cada grupo - nos dois naipes - avançam direto às quartas de final, enquanto segundos e terceiros de cada chave disputam o Round 1 (repescagem). Os vencedores das quartas avançam às semifinais.

 

CREDENCIAMENTO

Os jornalistas e fotógrafos interessados em realizar a cobertura do Superpraia em Niterói devem enviar pedido de credenciamento com nome completo, função, veículo e RG para o e-mail ‘[email protected]’. A retirada das credenciais será realizada na própria arena, na sala de imprensa, na quinta-feira (27.04) das 9h às 15h, na sexta-feira (28.04) das 9h às 17h e no sábado (29.04), das 9h às 17h.

Os profissionais deverão apresentar-se com o crachá funcional do veículo pelo qual trabalham ou com uma carta de solicitação de credenciamento em papel timbrado do mesmo, assinado pelo chefe de reportagem ou editor. O jornalista Rogério Carvalho (21 994227157) realizará o credenciamento e auxiliará a imprensa.

Importante: Não haverá entrega de credenciais no domingo (30-04).

SERVIÇO - SUPERPRAIA NITERÓI (RJ)

ONDE: Praia  de Icaraí

QUANDO: De quinta-feira (27.04) a domingo (30.04)

HORÁRIO: Quinta, das 9h às 15h; Sexta, das 8h às 18h; Sábado, das 9h às 19h; Domingo, das 10h às 12h

ENTRADA GRATUITA

CAMPEÕES DO SUPERPRAIA

2014 – Salvador (BA) – Taiana/Talita (CE/AL) e Alison/Bruno Schmidt (ES/DF)

2015 – Maceió (AL) – Ágatha/Bárbara Seixas (PR/RJ) e Alison/Bruno Schmidt (ES/DF)

2016 – João Pessoa (PB) - Ágatha/Bárbara Seixas (PR/RJ) e Alison/Bruno Schmidt (ES/DF)

CAMPEÕES EM NITERÓI

1992 – Niterói – Isabel/Jacqueline (RJ) e Paulão/Paulo Emílio (BA)

1993 – Niterói – Isabel/Roseli (RJ) e Franco/Roberto Lopes (CE)

1994 – Niterói – Mônica/Adriana (RJ) e Aloizio/Emanuel (ES/PR)

1995 – Niterói – Jacqueline/Sandra Pires (RJ) e Alemão/André (DF)

1996 – Niterói – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Guilherme/Pará (RJ)

1999 – Niterói – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Márcio/Benjamin (CE/MS)

2001 – Niterói – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Tande/Emanuel (RJ/PR)

2002 – Niterói – Adriana Behar/Shelda (RJ/CE) e Lula/Adriano (PE)

14/15 – Niterói – Larissa/Talita (PA/AL) e Alison/Bruno Schmidt

15/16 – Niterói – Larissa/Talita (PA/AL) e Oscar/André Stein (RJ/ES)

O Banco do Brasil é o patrocinador oficial do voleibol brasileiro.

Treinador da seleção brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães anunciou nesta quarta-feira (26.04) os nomes das seis primeiras convocadas para a temporada 2017. A líbero Léia, a levantadora Naiane, a ponteira Rosamaria e a central Mara, do Camponesa/Minas (MG), a central Adenízia, do Savino Del Bene Volley Scandicci (Itália), e a líbero Suelen, do Foppapedretti Bergamo (Itália), foram chamadas pelo técnico tricampeão olímpico para treinamentos que visam Montreux Volley Masters, Grand Prix, Campeonato Sul-Americano e Copa dos Campeões - quatro compromissos da equipe brasileira neste ano. 

O treinador José Roberto Guimarães também convidou três jogadoras para um período de treinamentos, as ponteiras Edinara e Fernanda Tomé, do São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP), e a também ponteira Amanda, do Terracap/BRB/Brasília Vôlei (DF). As nove jogadoras se apresentarão na próxima segunda-feira (01.05), no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema. 

O primeiro desafio da seleção brasileira feminina de vôlei nessa temporada será o Montreux Volley Masters, na Suíça, entre os dias seis e 11 de junho. 

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Jogo 4

26 Abr 2017

Os três primeiros jogos demonstraram que qualquer uma das equipes, Funvic Taubaté (SP) ou Sesi-SP, pode sair com a vitória na quarta rodada das semifinais da Superliga masculina de vôlei 2016/2017. A partida será nesta quinta-feira (27.04), às 19h30, no ginásio Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP), com transmissão ao vivo do canal SporTV.

Em caso de vitória do time de Taubaté, o mesmo estará classificado para a final da competição, onde já está o Sada Cruzeiro (MG), depois de eliminar o Vôlei Brasil Kirin (SP) em 3 jogos a 0. Caso o Sesi-SP consiga a vitória, a série irá para o quinto e decisivo jogo, no dia 1º de maio, às 19h, no ginásio Abaeté, em Taubaté (SP).

Em quadra, dois amigos que se consideram irmãos. Riad, do Sesi-SP, e Raphael, se conhecem desde 2000, quando jogaram juntos pela primeira vez. Depois, outros clubes e até mesmo país. O central e o levantador estiveram juntos em conquistas pelo Trentino, da Itália, mas, desta vez, os dois têm que se contentar em um bate-papo rápido pós-jogo.

Porque, enquanto o jogo está rolando, cada um defende seu clube. Com o objetivo de conseguir mais um resultado positivo e forçar o quinto jogo, o central do Sesi-SP, Riad, destaca que seu time precisa de tranquilidade.

“Precisamos manter a mesma calma do terceiro jogo, porque ainda continuamos em uma situação adversa. Acho que a serenidade que entramos para encarar o terceiro duelo foi muito importante. Mas, ao mesmo tempo é preciso agressividade, precisamos entrar com a mesma vontade de vencer, já que estamos atrás nesta série. Temos que esquecer as duas derrotas e manter o foco, o pé no chão porque uma vitória não adiantou anda até agora. Entramos no playoff tendo que ganhar três partidas e ainda temos essa possibilidade”, disse Riad.

Do outro lado, para encerrar a série, o capitão do Funvic Taubaté, Raphael, esclarece que sua equipe precisa não desperdiçar as importantes oportunidades que surgirem durante a partida.

“Na minha opinião esta é uma série semifinal digna de uma Superliga disputada como essa, entre dois cubes que nesses últimos anos estão fazendo lindos clássicos no voleibol brasileiro. No último jogo, eles souberam aproveitar um pouco mais as oportunidades que tiveram e conseguiram a vitória. Amanhã, quem conseguir aproveitar esses momentos delicados do jogo com menos erro, tem tudo para conseguir a vitória. Para o nosso time é saber aproveitar as chances ao longo do jogo”, explicou Rapha.

Riad e Rapha: amizade dentro e fora da quadra

O tom muda quando o assunto troca da quadra para a amizade dos dois. A seriedade muda para o sorriso e Riad e Rapha relembram momentos vividos juntos. 

“Nos conhecemos na época que jogamos juntos no Barão, em 2000/2001. Depois jogamos juntos na Ulbra, em Trento, na Itália, realmente fizemos uma amizade muito bacana e é um grande prazer estar próximo a ele, e mesmo jogar contra. Ver que, depois de tanto tempo, continuamos com essa amizade verdadeira e estamos jogando grandes jogos do vôlei brasileiro”, disse o levantador de Taubaté. 

“O Rapha é como um irmão para mim. Jogamos muitos anos juntos e tivemos muitas conquistas aqui no Brasil e na Itália. Mas, com certeza, a maior delas é a nossa amizade”, concluiu Riad.

SUPERLIGA MASCULINA 16/17

Semifinal

Quarta rodada

27.04 (QUINTA-FEIRA) – Sesi-SP x Funvic Taubaté (SP) 2 x 3 Sesi-SP, às 19h30, no Lauro Gomes, em São Caetano do Sul (SP) - SPORTV

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A Superliga feminina de vôlei 16/17 foi encerrada no último domingo (23.04) com o super clássico entre o Rexona-Sesc (RJ) e o Vôlei Nestlé (SP) que terminou com vitória das cariocas por 3 sets a 2. Foi o 12º título da equipe do treinador Bernardinho. Encerrada a edição 16/17, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) divulgou, nesta terça-feira (25.04), a seleção da competição feminina. Estão na lista as jogadoras mais eficientes em cada posição de acordo com as estatísticas oficiais da competição. A equipe conta com grupo mesclado entre jogadoras brasileiras e estrangeiras.

A seleção feminina é formada pela levantadora Macris, do Terracap/BRB/Brasília Vôlei (DF) e a oposta Hooker, do Camponesa/Minas (MG). As centrais são Mara, também do time de Belo Horizonte (MG), e Roberta, do grupo candango. Como ponteiras, Tandara, do Vôlei Nestlé (SP), e Alix, do Dentil/Praia Clube (MG). Tássia, também do time de Uberlândia, ocupa o posto de líbero.

As definições são baseadas em números. Desta forma, Macris foi a melhor no levantamento e a norte-americana Hooker a mais eficiente no ataque. Entre as centrais Mara foi a primeira no bloqueio e Roberta a segunda.

A ponteira Tandara foi a primeira no saque e a segunda no ataque, enquanto a sua companheira de posição, a norte-americana Alix foi a terceira no ataque. A líbero Tássia foi a primeira na recepção e terceira na defesa.

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